Tentando me descrever num punhado de clichês:
Eu sou gente. Não sou bicho.
Não sou tão gato que não precise de carinho ou não seja confiável. Nem tão cachorro pra me vender por um agrado e perdoar tão fácil.
Eu sou gente. Não sou remédio.
Não tenho dose certa. Não sei minhas contra-indicações. Meus efeitos colaterais não vêm em bula.
Eu sou gente. Não sou máquina.
Não existe assistência técnica pros meus defeitos. Lidar comigo não se resume num manual de instruções. Não tenho botão de 'desliga'.
Eu sou gente. Não sou receita.
Meus ingredientes variam o tempo todo. Posso ser ácida, doce, azeda, amarga ou apimentada demais - vai depender do paladar alheio. Mas, ocasionalmente, sou difícil de engolir.
Eu sou gente. Não sou roupa.
Não tenho etiqueta, nem ocasião apropriada. Não estou na moda, nem fora dela.
Eu sou gente. Não sou produto.
Não tenho rótulo. Não existe cópia. Não estou à venda na boutique, nem na Renner mais próxima. Não tenho preço.
Eu sou gente. Não sou todo mundo.
Nem a mesma pessoa todos os dias.
Eu sou gente. Eu não sei quem sou.
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terça-feira, 6 de outubro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Mais nada
Tem uns poucos momentos na vida que trazem aquela sensação de saciedade.
A gente tem fome de tudo, cara. Comida, adrenalina, felicidade, paz, sexo, gargalhadas, abraço. E embora a cada momento que a gente supra a falta de algum desses, haja uma satisfação, não é total. É curta, é metade, não marca.
Pela lógica, não tem como suprir tudo ao mesmo tempo. Transar no show do U2, enquanto come o strogonoff da mãe e toma cerveja num domingo de sol, muitos amigos e futebol na TV com teu time ganhando.
Mas a putaquepariu com a lógica, que de exata a vida não tem nada.
Alguns momentos parecem que enchem cada buraquinho dentro da gente e dão aquela vontade de dizer: bah, não quero mais nada.
São raros, viu? Não dá pra ficar em quase-nirvana o tempo todo.
Mas, meu, são muito bons. Mesmo, mesmo.
A gente tem fome de tudo, cara. Comida, adrenalina, felicidade, paz, sexo, gargalhadas, abraço. E embora a cada momento que a gente supra a falta de algum desses, haja uma satisfação, não é total. É curta, é metade, não marca.
Pela lógica, não tem como suprir tudo ao mesmo tempo. Transar no show do U2, enquanto come o strogonoff da mãe e toma cerveja num domingo de sol, muitos amigos e futebol na TV com teu time ganhando.
Mas a putaquepariu com a lógica, que de exata a vida não tem nada.
Alguns momentos parecem que enchem cada buraquinho dentro da gente e dão aquela vontade de dizer: bah, não quero mais nada.
São raros, viu? Não dá pra ficar em quase-nirvana o tempo todo.
Mas, meu, são muito bons. Mesmo, mesmo.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Saudade..
de falar nada pra ninguém! =P
Deixei meu Jack às traças, mas pretendo mudar essa situação.
Resolvi tirar as traças do meu Quintana de bolso também.
A união desses fatos é previsível. Sim, eu vou dar das minhas incursões poéticas de novo.
#boring - e o jogo-da-velha é temdensia, Twitter é minha vida agora haha
[se o post acabar aqui {superprovável} é porque escrevi algo muito tosco e apaguei rightaway]
-
Custa a me passar o tempo
Quando passa, desespero
Quero tudo e sempre agora
E se demora, já não quero.
Mas que valor tem, afinal,
O que chega às mãos assim,
Sem entrada triunfal,
Sem cena de folhetim?
A espera e a dor,
são essas que se prestam - maldosas -
a calibrar o valor.
E a vida ri da nossa cara
Pois são essas ironias jocosas
Que a fazem assim tão rara.
-
há! e foi um soneto, hein? haiuehaiueha ;p
Deixei meu Jack às traças, mas pretendo mudar essa situação.
Resolvi tirar as traças do meu Quintana de bolso também.
A união desses fatos é previsível. Sim, eu vou dar das minhas incursões poéticas de novo.
#boring - e o jogo-da-velha é temdensia, Twitter é minha vida agora haha
[se o post acabar aqui {superprovável} é porque escrevi algo muito tosco e apaguei rightaway]
-
Custa a me passar o tempo
Quando passa, desespero
Quero tudo e sempre agora
E se demora, já não quero.
Mas que valor tem, afinal,
O que chega às mãos assim,
Sem entrada triunfal,
Sem cena de folhetim?
A espera e a dor,
são essas que se prestam - maldosas -
a calibrar o valor.
E a vida ri da nossa cara
Pois são essas ironias jocosas
Que a fazem assim tão rara.
-
há! e foi um soneto, hein? haiuehaiueha ;p
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Wind of change
Fura a língua, marca os dreads, escolhe a desenho pra tatuar.
Segunda semana de academia, muito tempo sem comprar cigarro.
Vai que dá!
Segunda semana de academia, muito tempo sem comprar cigarro.
Vai que dá!
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
#70 e último
...desse ano! Hehehe ;)
Jura que eu vou parar de xaropear leitores imaginários com meus problemas fictícios, né!
Enfim..
Aí se foi outro ano.
O meu décimo oitavo de vida.
Meu segundo de Porto Alegre.
Meu primeiro pra muitas coisas.
Meu último pra várias outras.
Pra calcular a idade de um árvore, basta contar os anéis do seu "miolo".
Cada dupla de anéis (um escuro e um claro) contabiliza um ano.
Analisando mais a fundo o anel em questão, pode-se, inclusive, tirar conclusões sobre como foi o clima e outras coisas durante aquele período.
Consideremos que nós também formemos marcas desse tipo a cada ano.
Como ficariam as de 2008?
Eu posso falar de um ano bom ou de um ano ruim. Foi os dois, em diversos momentos.
Mas mais do que bom, ruim, satisfatório ou não, foi um ano cheio e especial.
Vivi trilhões de coisas. Senti trilhões de coisas. Chorei e ri trilhões. Amei e odiei trilhões. Quis e fiz trilhões. Sou trilhões a mais do que eu era. Pra melhor? Sei lá. Pra diferente. Pra mim.
Muitas pessoas cruzaram o meu caminho, muitas das quais daqui a 2 anos eu não vou lembrar o nome. Mas algumas que talvez jamais saiam da minha vida.
Tomei muitas decisões, posterguei outras, me arrependo de algumas, mas não temo mais nada.
Sofri. Valeu a pena? Não pelos motivos, mas pelo amadurecimento.
Errei e vou continuar errando. Acertei e pretendo acertar mais.
Mas não deixei de fazer o que eu queria, não deixei de ser quem eu era e não preciso de documento autenticado em cartório pra provar isso pra ninguém. Nem quero. Não julgo pra que não me apontem. Mas se apontarem também, que mal vai me fazer? Deixo que façam como queiram. Também tô vivendo da minha maneira.
Mas ó... O mais importante: fui e sou muito feliz.
E pra todos que fizeram parte disso: muito obrigada... E espero retribuir!
Outro ano vem aí, e nem preciso dizer nada...
Respirem fundo! ;)
Jura que eu vou parar de xaropear leitores imaginários com meus problemas fictícios, né!
Enfim..
Aí se foi outro ano.
O meu décimo oitavo de vida.
Meu segundo de Porto Alegre.
Meu primeiro pra muitas coisas.
Meu último pra várias outras.
Pra calcular a idade de um árvore, basta contar os anéis do seu "miolo".
Cada dupla de anéis (um escuro e um claro) contabiliza um ano.
Analisando mais a fundo o anel em questão, pode-se, inclusive, tirar conclusões sobre como foi o clima e outras coisas durante aquele período.
Consideremos que nós também formemos marcas desse tipo a cada ano.
Como ficariam as de 2008?
Eu posso falar de um ano bom ou de um ano ruim. Foi os dois, em diversos momentos.
Mas mais do que bom, ruim, satisfatório ou não, foi um ano cheio e especial.
Vivi trilhões de coisas. Senti trilhões de coisas. Chorei e ri trilhões. Amei e odiei trilhões. Quis e fiz trilhões. Sou trilhões a mais do que eu era. Pra melhor? Sei lá. Pra diferente. Pra mim.
Muitas pessoas cruzaram o meu caminho, muitas das quais daqui a 2 anos eu não vou lembrar o nome. Mas algumas que talvez jamais saiam da minha vida.
Tomei muitas decisões, posterguei outras, me arrependo de algumas, mas não temo mais nada.
Sofri. Valeu a pena? Não pelos motivos, mas pelo amadurecimento.
Errei e vou continuar errando. Acertei e pretendo acertar mais.
Mas não deixei de fazer o que eu queria, não deixei de ser quem eu era e não preciso de documento autenticado em cartório pra provar isso pra ninguém. Nem quero. Não julgo pra que não me apontem. Mas se apontarem também, que mal vai me fazer? Deixo que façam como queiram. Também tô vivendo da minha maneira.
Mas ó... O mais importante: fui e sou muito feliz.
E pra todos que fizeram parte disso: muito obrigada... E espero retribuir!
Outro ano vem aí, e nem preciso dizer nada...
Respirem fundo! ;)
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Vida Enlatada
Sometimes I feel like Carrie...
I wanna ask one entire city: - Is there a happy ending?
Sometimes I'm more like Grey,
Why won't you "pick me, choose me, love me"?
Sometimes it's not about one character, but a whole scene!
Like an episode of Friends, when you laugh your heart out.
Minha única preocupação constante é:
As câmeras estão pegando um bom ângulo?
I wanna ask one entire city: - Is there a happy ending?
Sometimes I'm more like Grey,
Why won't you "pick me, choose me, love me"?
Sometimes it's not about one character, but a whole scene!
Like an episode of Friends, when you laugh your heart out.
Minha única preocupação constante é:
As câmeras estão pegando um bom ângulo?
terça-feira, 4 de novembro de 2008
;~
Some feelings can't be spoiled, even when everything comes against them.
I know you're not here, but I'm standing still and eventually we'll meet again.
In what conditions?
Don't know, doesn't matter.
Love will always be love as long as we're us.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
I wish
I wish I could live in a world made of chocolate.. But there's a lot of not-so-sweet things around.
I wish people could tell the truth the whole time - including me. But that's way beyond possible.
I wish me and my friends could party 24/7, restless and happy. But we ain't got the money, the time or the spirit to do so.
I wish pain was just a word.. But it's not.
I wish I could make money just by sleeping, playing soccer and writing.. But we all know things work out differently.
I wish my mind could control my body ALL the time. But I'm freaking hungry and I won't sleep like this.
I wish my family could love and support me through anything. But some walls are bigger than this simple wish.
I wish I could have someone to call "mine". But people are not properties.
I wish looks weren't that important. But.. Just wish.
I wish a lotta things.. But maybe none of them will ever be reality material.
I wish I could be happy all the time.. But that's not up to me.
At least not all the time.
Let's do the possible for now.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Das citações
O fato é que não há o que se faça.
De escrever a dormir, quando se está preso a algo, as amarras te alcançam tão longe que a pestana da tarde traz um sonho, que a leitura nega conforto, que o assunto te martela sabe-se Deus em que canto escuro da mente, sem que haja forma de não ouvir o eco.
Tenho uma paixão particular por citações, o conceito de alguém que voltaemeia parece te arrancar da boca coisas que tu mesmo já considerara dizer.
Olha o que me fala o Gabriel García Marquez:
"Solo porque alguien no te ame como tú quieras, no significa que no te ame con todo su ser."
É fato.
E também é fato que não há o que se faça.
De escrever a dormir, quando se está preso a algo, as amarras te alcançam tão longe que a pestana da tarde traz um sonho, que a leitura nega conforto, que o assunto te martela sabe-se Deus em que canto escuro da mente, sem que haja forma de não ouvir o eco.
Tenho uma paixão particular por citações, o conceito de alguém que voltaemeia parece te arrancar da boca coisas que tu mesmo já considerara dizer.
Olha o que me fala o Gabriel García Marquez:
"Solo porque alguien no te ame como tú quieras, no significa que no te ame con todo su ser."
É fato.
E também é fato que não há o que se faça.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Das habilidades
Tenho algumas ímpares:
Comer pedaços dos dedos, encostar o mindinho nas costas da mãos, fazer meu dedão ficar num ângulo de 90°, estralar partes do corpo como ninguém, me envolver sentimentalmente de forma a terminar mal em todas as situações, esguichar saliva de debaixo da língua, deixa eu ver o que mais...
;~~
Comer pedaços dos dedos, encostar o mindinho nas costas da mãos, fazer meu dedão ficar num ângulo de 90°, estralar partes do corpo como ninguém, me envolver sentimentalmente de forma a terminar mal em todas as situações, esguichar saliva de debaixo da língua, deixa eu ver o que mais...
;~~
sábado, 28 de junho de 2008
You know NOTHING
"You know NOTHING".
Alright then.
So I'm trying to figure things out yet, what's the matter?
But I don't think I know nothing.
Alright then.
So I'm trying to figure things out yet, what's the matter?
But I don't think I know nothing.
I think there are a few things that I DO know:
1. You know NO ONE. That's a sad reality.
1. You know NO ONE. That's a sad reality.
2. It is, indeed, a choice: being (or not) happy.
3. Do I owe you something? No. So don't come asking me for things.
4. "Deception" is a word that comes only when you expect something. I'm not guilty you expected things that I never promised.
5. Think twenty-seven times before you do something. But don't blame yourself if life isn't the way you thought it should be.
6. Life is NOT the way you think it should be.
(Unfortunately, 'cause I can picture this imaginary world where people understand your points and your feelings are never ignored)
.i.said.it.
Marcadores:
AboutMe,
Espelho que reflete,
In English
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Back
Back to diaries, to excessive abuse of alcohol, to the craziness inside us all.
I'm back, motherfucka.
Better keep up with me ;P
I'm back, motherfucka.
Better keep up with me ;P
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Post #41
**
Ordering
- And for you, lady?
- I'll have the.. "Punch in the face".
- Is that all?
- Oh.. And the "Kill me slowly" for dessert.
- Sorry, we're out of this one.. They should have taken it out of the menu.
But I would recommend you the "Move on with your freakin life". It comes with strawberries, it's lovely.
- Alright, one of those, then. Thank you.
**
Ordering
- And for you, lady?
- I'll have the.. "Punch in the face".
- Is that all?
- Oh.. And the "Kill me slowly" for dessert.
- Sorry, we're out of this one.. They should have taken it out of the menu.
But I would recommend you the "Move on with your freakin life". It comes with strawberries, it's lovely.
- Alright, one of those, then. Thank you.
**
sábado, 31 de maio de 2008
Abstrai
O nome do jogo é: abstrai.
Caiu o mundo na tua cabeça?
Pegou fogo no teu quarto, morreu teu bicho de estimação, a conta tá no negativo e não há como explicar teu desempenho escolar?
Abstrai.
Amanhã ou depois tu não vai sequer lembrar desses problemas ou ainda rir do desespero que te causavam.
Tá com frio, teu apartamento virou set de filmagem, a festa não promete, tu daria tudo pra ser outro alguém?
Abstrai.
Daqui a pouco é verão/tu toma um porre na festa chata/tua vida não é esse inferno todo.
A panturrilha dói, tu engordou, não joga sinuca há séculos, quer rever amigos, quer voltar no tempo, quer saber esquecer alguém?
ABSTRAI!
Remédio/descola um intervalo na faculdade sem ir pro Lico/faz um 21/chora e escreve cartas pra não mandar/lê Vinicius de Moraes.
Sem esquecer do: abstrai!
Caiu o mundo na tua cabeça?
Pegou fogo no teu quarto, morreu teu bicho de estimação, a conta tá no negativo e não há como explicar teu desempenho escolar?
Abstrai.
Amanhã ou depois tu não vai sequer lembrar desses problemas ou ainda rir do desespero que te causavam.
Tá com frio, teu apartamento virou set de filmagem, a festa não promete, tu daria tudo pra ser outro alguém?
Abstrai.
Daqui a pouco é verão/tu toma um porre na festa chata/tua vida não é esse inferno todo.
A panturrilha dói, tu engordou, não joga sinuca há séculos, quer rever amigos, quer voltar no tempo, quer saber esquecer alguém?
ABSTRAI!
Remédio/descola um intervalo na faculdade sem ir pro Lico/faz um 21/chora e escreve cartas pra não mandar/lê Vinicius de Moraes.
Sem esquecer do: abstrai!
sexta-feira, 30 de maio de 2008
quarta-feira, 21 de maio de 2008
sexta-feira, 9 de maio de 2008
1, 2, 3 e... deixa pra depois.
Eu sou uma pessoa de fases.
(Infelizmente, já posso acrescentar.)
Mas quase todas as mudanças são interessantes.
Musicalmente, por exemplo, eu tenho sido camaleônica durante minha vida... Mas o que realmente importa - se divertir - não se perde. E assim com quase tudo. Eu vou trocando de gosto, de vontade, de preferência...
No entanto, há algo que eu perco e ganho durante minhas transformações e que eu realmente sinto falta: motivação.
Tem vezes que é pá, pum:
Quis? Tá na mão.
Vamos? Certo.
Tá bem? Super.
Em compensação... Marcha lenta total ultimamente :x
Depois de um sonho bizarro, no entanto, eu vou remar CONTRA.
Respira, junta toda a força de vontade possível que se guarda nessa mente:
1, 2, 3 e... (to be continued)
(Infelizmente, já posso acrescentar.)
Mas quase todas as mudanças são interessantes.
Musicalmente, por exemplo, eu tenho sido camaleônica durante minha vida... Mas o que realmente importa - se divertir - não se perde. E assim com quase tudo. Eu vou trocando de gosto, de vontade, de preferência...
No entanto, há algo que eu perco e ganho durante minhas transformações e que eu realmente sinto falta: motivação.
Tem vezes que é pá, pum:
Quis? Tá na mão.
Vamos? Certo.
Tá bem? Super.
Em compensação... Marcha lenta total ultimamente :x
Depois de um sonho bizarro, no entanto, eu vou remar CONTRA.
Respira, junta toda a força de vontade possível que se guarda nessa mente:
1, 2, 3 e... (to be continued)
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quinta-feira, 8 de maio de 2008
Pode deixar em branco essa parte?
Não que esse já não tenha sido o objetivo inicial dessa porra, mas deixa eu viajar aleatoriamente aqui...
1. Não, eu nunca estou segura das coisas que eu faço.
2. Quero que se exploda se não aprovou, se vai fazer bico, se acha ruim.
3. Eu queria um livro daqueles que me sugam pra dentro.
4. Só se chora quando não se quer.
5. Não devo nada pra ninguém.
My shallow heart is the only thing that's beating.
1. Não, eu nunca estou segura das coisas que eu faço.
2. Quero que se exploda se não aprovou, se vai fazer bico, se acha ruim.
3. Eu queria um livro daqueles que me sugam pra dentro.
4. Só se chora quando não se quer.
5. Não devo nada pra ninguém.
My shallow heart is the only thing that's beating.
terça-feira, 29 de abril de 2008
Memeando - O Retorno
O Athos, aquele amor de menino, não me pára de mandar motivos pra escrever nessa coisa - que só ele lê o.O
hauahuahuaha :D
Anyway... "O que vier na cabeça" é o tema do troço...
hauahuahuaha :D
Anyway... "O que vier na cabeça" é o tema do troço...
Here we go!
Uma hora: 12h
Um móvel: sofá
Um líquido: leite
Uma pedra preciosa: safira
Um site: Orkut (úúúú, vício desgraçado!)
Uma flor: copo-de-leite (por essa nem eu esperava o.O)
Um animal: leão
Uma cor: vermelho (e eu sou gremista, veja bem - bizarro, parte II)
Um livro: Harry Potter (nerdz)
Comida: massa com atum (reza a lenda que cura qualquer ressaca haieuhaiuehaiueha xP)
Um lugar: casa - ou onde eu me sinta em casa
Um verbo: dizer (!?)
Um mês: julho
Um número: 10
Um instrumento musical: violão
Uma estação do ano: inverno
Um filme: Clube da Luta
Uma hora: 12h
Um móvel: sofá
Um líquido: leite
Uma pedra preciosa: safira
Um site: Orkut (úúúú, vício desgraçado!)
Uma flor: copo-de-leite (por essa nem eu esperava o.O)
Um animal: leão
Uma cor: vermelho (e eu sou gremista, veja bem - bizarro, parte II)
Um livro: Harry Potter (nerdz)
Comida: massa com atum (reza a lenda que cura qualquer ressaca haieuhaiuehaiueha xP)
Um lugar: casa - ou onde eu me sinta em casa
Um verbo: dizer (!?)
Um mês: julho
Um número: 10
Um instrumento musical: violão
Uma estação do ano: inverno
Um filme: Clube da Luta
Pode ficar auto-comentando as próprias respostas?
xD
quinta-feira, 24 de abril de 2008
O sol poente
"Todo dia o mesmo caminho. A mesma rotina. Rostos já vistos antes, as mesmas ruas, o mesmo cheiro - as mesmas cores borradas pela falta de atenção. Enquanto os pés fazem o caminho habitual, a mente vai longe nos planos: verão, viagem, faculdade. De vez em quando o discurso de formatura vira agradecimento de Oscar, só depende do dia. Só depende. Fixo os olhos no pé direito e o mundo gira. Eu acompanho... no compasso pra não cair."
Na época em que a faculdade ainda trazia sonhos... Faz tempo.
Mas de certa forma tudo segue o mesmo padrão.
Mesmo mudando as personagens, as histórias terminam sempre com uma cavalgada em direção ao sol poente. Nada contra cenas clichê (acho ótimo), mas cansa pensar em cavalo e ter de pegar ônibus.
Era isso.
Na época em que a faculdade ainda trazia sonhos... Faz tempo.
Mas de certa forma tudo segue o mesmo padrão.
Mesmo mudando as personagens, as histórias terminam sempre com uma cavalgada em direção ao sol poente. Nada contra cenas clichê (acho ótimo), mas cansa pensar em cavalo e ter de pegar ônibus.
Era isso.
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