quarta-feira, 20 de novembro de 2013

podia ter acabado umas oito vezes e pra sempre?
-JúliaBot

mas to morrendo de saudade imensa pra dançar, faz um fuzuê.
-JúliaBot

brisa suave em si. acho que me diz tudo
-JúliaBot

mas to ME CAGANDO e fodendo.
-JúliaBot

falar é fácil, quero ver é por.. tudo
-JúliaBot

duas temporadas no deserto e eu morrendo aqui.
-JúliaBot

achei um canal no meu mundinho imaginário os outros ou alguns em algum lugar obscuro.
-JúliaBot

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

cada pedacinho do corpo vibrando intensamente na expectativa.
eu já sei do potencial curativo que se aproxima, só preciso entrar de cabeça e
não olhar pra trás.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

há de existir um outro conjunto de curvas que me torçam por dentro de tal forma a me causar sufocação nas noites em que as memórias resolvem por si me aquecer o corpo

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

things will get better.
but i won't be around to tell you that.

(como se fizesse alguma diferença. como se eu fizesse alguma diferença)
(já conto o décimo sétimo arrepio na espinha)
a fração de segundo do engano.
foi como descer um outro último degrau depois que o pé já bateu no chão.

mas a cada um o vício que lhe cabe.
o vício do ontem vai te engolir. já me engoliu também.

(esperneia dentro da barriga dele. com sorte, induz o vômito)

essencial é

ouvir atentamente o silêncio que vem de dentro.
ele diz: calma. e me rasga o peito com a língua afiada.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

transformar sons em símbolos:
grunhido, chiado, zumbido, gemido.
e o que é que o vento faz?
se mete nas frestas, assobia palavras estranhas.
e as folhas rodam, rodam - brincam de viver depois da morte.